Primeira, a continuidade do crescimento do stock da dívida governamental e dos níveis de stress de tesouraria.
Segunda, a manutenção de um nível baixo de execução de despesas de capital e de bens e serviços, principalmente a nível dos sectores sociais.
Terceira, o aumento do custo do financiamento do investimento privado.
Quarta, a manutenção de procura por divisas “reprimida” e a continuidade de um nível considerável de atrasados cambiais.
Quinta, aelevação do custo da liquidez no mercado interbancário.
Sexta, a elevação do crédito malparado do sistema bancário.
Sétima, a manutenção de níveis elevados de atrasados do Estado para com as empresas. Pode-se dizer que do ponto de vista macroeconómico, sem sombra de dúvidas, 2018 tem sido bem melhor que 2016 e 2017.