O palco que acolheu a 7ª Feira da Banana (FEIBA) é um local único, criado a preceito para dar outro ar à entrada de Caxito, a capital das terras do “jacaré bangão”. Espaço apropriado para exposições, a área de 15 mil metros quadrados foi muito concorrida e atraente para os visitantes que, durante os três dias, contemplaram as espécies de banana expostas,
realizaram negócios, provaram os pratos da gastronomia local - e bem conhecida - e tiveram momentos de diversão, próprios em ocasiões do género.
Sob o lema: “Agricultura em Angola avançando e criando bases sólidas para a diversificação da economia”, expositores do Bengo, Benguela, Malanje e Uíge ombrearam-se para mostrar o melhor do que fazem na cadeia de produção da banana e não só, já que outros produtos também completaram o caderno de encargo.
As pequenas e grandes empresas fizeram-se representar. Pelo facto, liam-se no topo dos stands a designação dos seus serviços: “Móveis e decorações”, “Maquinaria de transformação” e entre outros. Claro que não escapava a envolvente humano, não fosse o Bengo uma província com características turísticas
de grau aceitável.
Nas tertúlias realizadas essencialmente as reflexões foram à volta do potencial nacional existente e que é preciso, com vigor, colocar “mãos na massa” e “melhorar o que está bem”, ou seja, dar o toque de qualidade do que já é um facto e desafio oportuno neste processo de diversificação da economia.
A empresa organizadora do evento, a Novagrolíder, não se fez rogada e apresentou um pavilhão com todos os seus produtos agrícolas, um exemplo do empenho que esta aplica
na diversificação agrícola.