O Banco Económico garante que tem, neste momento, à disposição dos empresários angolanos produtos atractivos e capazes de relançarem actividades das empresas nos mais diversos ramos da economia.

Segundo fez saber o presidente da Comissão Executiva, Sanjay Bhasin, que respondia a questões a si dirigidas pelo JE, o momento actual da economia angolana é desafiadora e a concessão do crédito bancário com a celeridade sem perder de vista às exigências contra o malparado são premissas que a administração do BE promete observar rigorosamente.
“Além de facultar consultoria, apoio e aconselhamento financeiro especializado, aos clientes empresariais, o banco tem vindo a criar produtos específicos para responder aos actuais desafios e necessidades do tecido empresarial angolano”, disse.
Para Sanjay Bhasin, foram lançados produtos bancários inovadores, em linha com o contexto económico do País, nomeadamente produtos de protecção cambial, leasing, soluções muito completas de gestão de tesouraria para empresas e um sistema integrado para cobrança de impostos.
Lembrou que a única província em que o banco ainda não está presente é da Lunda Norte, mas assegurou que em breve o Dundo, a capital da província, ecebe um balcão. A rede de atendimento do BE é composta por 61 balcões, em 17 províncias; um Centro Private e três Centros Umoxi, estes apenas em Luanda. No segmento empresarial, o banco conta com 12 Centros de Empresas em diversas capitais provinciais, bem como atendimento diferenciado para o segmento Top Corporate e para clientes de cariz institucional.

Maior abertura às empresas
O Banco Económico tem uma vasta carteira de clientes, que integra desde pequenas e médias empresas até grandes organizações. A economia angolana enfrenta vários desafios e nesse sentido o banco diz disponibilizar inúmeras formas de apoio aos empresários para os ajudar a mitigar os obstáculos do actual contexto económico.
“Estamos a apoiar empreendedores cujos planos de negócio estejam enquadrados nos critérios de atribuição de crédito do banco, em termos de rentabilidade, histórico financeiro, tesouraria, sustentabilidade e sector de actividade”, explica.
Além disso, o Banco Económico tem vindo a apoiar e incentivar projectos focados na produção doméstica e na substituição de importações.
O capital social do Banco Económico está confortavelmente acima dos novos mínimos exigidos pelo BNA, pelo que o banco não necessita de reforço de capitais. Em Dezembro de 2017, o rácio de solvabilidade do Banco Económico também superava a obrigatoriedade mínima de 10% .