Há sensivelmente quatro meses, o Presidente da República chamou um conjunto de seus colaboradores e manifestou o desejo de ver mais vida nos municípios e a orientação de torna-lo em realidade.
O ministro da Administração do Território e Reforma do Estado, Adão Correia Francisco de Almeida, lançou mãos ao arado e desde aquela ocasião buscou ouvir cada um dos administradores municipais, atraves de equipas interministeriais.
“Foi feito um levantamento exaustivo sobre o conjunto de projectos existentes ou necessários para dinamizar a vida nos municípios. Foram definidas as prioridades das prioridades. Fizeram-se várias reuniões com os governadores provinciais e os respectivos administradores municipais, além de muitas outras acções até chegarmos ao Plano Integrado de Intervenção no Município (PIIM)”. disse.
Adão de Almeida explicou ainda que o processo de elaboração do PIIM privilegiou as necessidades dos municípios e os anseios dos munícipes. Ele assegura a execução local com mais coordenação institucional entre a administração central e a local, e valoriza ainda mais o papel e o lugar dos municípios.
Por outro lado, garantiu que o PIIM inspira-se na visão local, criando mais espaço para a integração directa e decisiva de quem vive e convive com os problemas das populações. Encerra também uma responsabilidade acrescida na actuação dos órgãos da administração local, exige mais dos municípios e reforça a confiança nas capacidades locais.
“Numa só palavra, o PIIM abre uma nova era na vida dos municípios. Para aqui chegamos foi necessário Visão, Ousadia e Coragem”, contou.