O ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, considerou importante que os empresários angolanos estabeleçam parceria estratégica com homólogos de outros países com “know-how” e de tecnologia avançada, para que possam rapidamente ter acesso ao que de melhor o mundo pode proporcionar nos domínios empresarial e da tecnologia.
No seu discurso, na passada , segunda-feira, em Luanda, na presença do primeiro-ministro português, António Costa, na abertura do fórum empresarial organizado pelas agências de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX) e a de Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), afirmou que para Angola, o aumento da produção nacional e a diversificação da economia são um imperativo nacional para resolver os “sérios” problemas sociais que o país enfrenta.
Sublinhou que os esforços visam tornar as empresas nacionais cada vez mais competitivas e capazes de ombrear com as suas congéneres de África e de todo o mundo.
Afirmou que, ao fim de quase nove meses de execução do programa de estabilização económica, a taxa de inflação tem vindo a diminuir e a diferença entre a taxa de câmbio oficial e a do mercado paralelo também tem conhecido uma queda assinalável, de 150 para 19 por cento.
Salientou que Angola tem investido muito no desenvolvimento do capital humano, com vista a aumentar a produtividade das empresas e a sua capacidade de inovação.