O Executivo angolano aprovou um decreto que prevê a disponibilização de 21.000 milhões de kwanzas para combater à pobreza e o desemprego. Assim como vai potenciar financeiramente os agentes produtivos através de linhas de crédito disponibilizados pelas instituições financeiras estrangeiras para serem pro-activos e gerar postos de trabalho.
O programa será desenvolvido em todo o território nacional por um período de três anos, e o acompanhamento e avaliações das acções realizadas e do impacto na comunidade será da responsabilidade do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional, INEFOP, envolvendo os demais sectores.
Cerca de 83.500 jovens serão directa e preferencialmente abrangidos pelo Plano de Acção para Promoção da Empregabilidade (PAPE), incluindo 12 mil jovens capacitados nos domínios dos empreendedores e gestão de negócios, 15 mil capacitados em cursos de curta duração, três mil inseridos no mercado informal, através da reconversão de pequenas actividades geradoras de ocupação e renda, e 1.500 formados nos níveis 3 e 4 de Formação Profissional, inseridos em programas de estágios profissionais. Além dos beneficiários directos, pretende-se com a distribuição dos ‘kits’ profissionais, promover o associativismo e, beneficiar indirectamente cerca de 243 mil cidadãos, pois serão disponibilizados os meios para brigadas
de três a cinco profissionais.
De acordo com o diploma, “o ano de 2019 é crucial, pois será o de lançamento e poderá amortecer a pressão social provocada pela situação de desemprego”, pelo que os recursos para o efeito serão assegurados essencialmente no âmbito da Lei de Bases da Protecção Social.
O JE saiu à rua para avaliar o grau de satisfação dos cidadãos com relação ao plano do executivo sobretudo na criação de emprego para a juventude.
O docente Pedro Vicente é de opinião que se invista mais na agricultura por ser uma das maiores áreas de empregabilidade de qualquer país e por representar 80 por cento da população.
Para ele, o sector da indústria tem potencial para tirar a juventude do desemprego, mas apela para que os valores sejam alocados à empresários com idoneidade reconhecida.
Já o funcionário Pedro Avelino, é de opinião que o executivo repense as políticas que o Presidente prometeu na criação de 500 mil novos postos empregos até final da legislatura, em 2022.
Porém defende a necessidade, de se criar mecanismos para aglutinar a juventude em Fóruns onde estes possam dar às suas opiniões para que o projecto tenha “Pés para andar”.
Diz que é chegado o momento do país começar a apostar na produção interna, facilitando o crescimento económico.
“A dependência de recursos externos não gera produção interna tem tão pouco empregos”.
Por seu turno, a funcionária pública Beatriz Tati é de opinião que se melhor o quadro de gestão, rigor na fiscalização nos concursos públicos para a empregabilidade e paulatinamente terminar com alguns vícios que enfermam os concursos.
A cidadã é contra a exigência de cinco anos de experiência laboral, requisito que maior parte dos jovens não possuem.
Como solução, diz que o Estado deve instalar um leque de serviços que possam dar abertura de novos postos de emprego (negócios, indústrias, entre outros), mais centros de formação técnica e profissional, atendendo às especificidades de cada região.
No entanto, Alfredo Pedro Relações Públicas, disse que é necessário uma maior aposta no empreendedorismo e na identificação de novas áreas de exploração para impulsionar a formação dos jovens noutros sectores que não sejam os tradicionais (petrolífero e mineiro) e gerar mais postos de trabalho.
Já a economista Domingas Pedro acha que o governo deve resolver o problema do desemprego e criar uma política de fazer reformas
a partir dos 50 anos de idade.
Segundo afirma, muitos jovem que se formam no exterior e que não conseguem, não é porque não existe, mas é porque as vagas estão todas ocupados com idosos que já deveriam ir para a reforma.
Para o professor, Miguel Domingos o país se encontram numa criase de total desemprego, por isso assegura que o Governo de abrir mais oportunidade para o aparecimento de firmas familiares , ou seja, para a criação de micro pequenas e médias empresas no pais.

Pedro Vicente-Docente-que se invista mais na agricultura por ser uma das maior áreas de empregabilidade de qualquer País e por representar 80 por cento da população.

Beatriz Tati Fucionária Pública-é contra exigência de cinco anos de experiência laboral, requisito que maior parte dos jovens não possuem.

Minguel Domingos Professor-salientou que o País encontram-se numa decadência, temos que recorrer a criação de empresas, isto é às mic


Pedro Avelino Administrativo-é de opinião que o executivo repense as políticas traçadas pelo executivo que visa a criação de 500 mil novos empregos até final da legislatura, em 2022.

Domingas Pedro Economista-acha que o governo deve resolver o problema do desemprego e  criar uma politica de fazer reformas
a partir dos 50 anos de idade.

Alfredo Silva Relações Pública-é necessário uma maior aposta no empreendedorismo e na identificação de novas áreas de exploração para impulsionar a formação dos jovens noutros sectores que não sejam os tradicionais (petrolífero e mineiro) e gerar mais postos de emprego.