As empresas de exploração de rochas ornamentais tiveram um desenpenho favorável no do I semestre do ano em curso.
Em declarações à imprensa, o director nacional da política de comercialização de rochas ornamentais, Gaspar Sermão, disse após a reunião com os gestores das empresas do sector, que o encontro com periodicidade trimestral, tem como objectivo, avaliar o desempenho das empresas e a evolução do preço destas matérias primas no mercado internacional.
De acordo com o resposável, durante o primeiro trimestre do ano em curso, foram comercializados cerca de 20 mil metros cúbicos de rochas ornamentais, que permitiram arrecadar mais de um bilhão de kwanzas.
Entre os princiapais compradores do produto, estão os asiáticos e europeus. As províncias da Huila e Namíbe figuram entre as maiores produtoras do país. Entre os constragimentos, no sector estão as vias de circulação, custos de energia e os encargos portuários.
Por sua vez, a directora administrativa da Sifil, Yola Silva, disse que, durante o primeiro trimestre de 2018, a empresa que dirige registou, uma redução significativa dos níveis de produção na ordem dos 25 por cento em relação ao primeiro, e a meta é inverter o quadro no próximo trimestre. Já a administradora da HM Granitos, Yola Lima, disse que a firma duplicou a produção para 700 mil metros cúbicos.