O turismo de Angola apresenta um défice de oferta a vários níveis, mas dispõe de um conjunto de recursos favoráveis para o seu crescimento.
Para se vencer estas dificuldades, no período 2018/2022, a política de governação vai assegurar a monitorização do desempenho do sector turístico nacional, através do desenvolvimento de estatísticas e da criação do Observatório do Turismo.
Com este propósito, o Executivo angolano compromete-se a promover em parceria com o sector privado, a conclusão da primeira fase dos pólos de desenvolvimento turísticos de Cabo Ledo, Calandula e Bacia do Okavango. Prevê também elevar em 35 por cento a entrada no país de turistas internacionais e em 70 o número de turistas nacionais.

Desenvolver o sector
Para se alcançar as metas, o Governo pretende realizar o mapeamento, cadastramento e organização dos recursos turísticos em todo o território, além de conceber e implementar uma estratégia de marketing do turismo angolano (a nível nacional e internacional), em articulação com os operadores privados e suas associações de classe.
Será segmentado os mercados emissores de turistas (a nível interno, regional e internacional) e categorizar os produtos turísticos angolanos. Ambiciona-se a elaboração de material promocional sobre o turismo em Angola, associando-lhe a marca “Destino Angola”, em parceria com o sector privado.
Angola deverá começar por enfocar no mercado doméstico, priorizando os outros em função da proximidade. Com este cenário pretende-se que em 2020, o país possa captar cerca de 4,5 milhões de turistas.