Os investimentos e a formação de quadros no sector do turismo deve ser feita com muito rigor e transparência para permitir que esta vertente de negócio possa atingir os níveis e padrões da região internacional e gerar receitas para o país, na visão da ministra do Turismo, Ângela Bragança.
A governante considera que o país apresenta uma oferta turística diversificada e com forte potencial, apenas falta a qualificação e desenvolvimento da oferta para que esta actividade seja mais relevante. “Temos que aproveitar a riqueza da flora, fauna e os pólos de desenvolvimento turísticos que outros países não possuem”.
A ministra criticou o estado de algumas unidades hoteleiras, muitas das quais de cinco estrelas, que não oferecem serviços de excelência e qualidade internacional.

Desafios
Precisou ser importante converter as dificuldades do sector do turismo em desafios juntamente com outros ramos da economia. Acrescentou ser importante criarem-se serviços complementares para garantir segurança e bem-estar aos turistas. “A baixa de Luanda deve ser segura e atractiva”.
Defende que se o turismo deve dar receitas ao país, o turista tem de ter o que comprar. Apontou que os cidadãos asiáticos por exemplo são um bom comprador “por isso, é importante dar vida às cidades capitais do país com serviços de táxis modernos e de baixo custo”.
A ministra realçou a necessidade de se promover junto dos investidores nacionais e internacionais os pólos de desenvolvimentos turísticos identificados para atracção de investimentos.

2.846 milhões de pessoas
Número de turistas chegado às fronteiras nacionais no quinquénio 2011-2015, segundo dados do INE.

80 mil empregos 
É o total de postos de trabalho que o sector criou  entre 2011 e 2015

569.365 MILHÕES DE CIDADÃOS 
Corresponde ao crescimento médio anual de turistas que acederam ao país no período  de 2011-2015.

615.9 milhões de kwanzas
São as receitas arrecadadas pelo sector com as actividades turísticas nacionais.