O número de micro empresas que formalizou a sua actividade comercial na província do Cunene, de Janeiro a Maio deste ano, passou de 309 para 437 - um aumento de 128, em relação a igual período de 2018.
A informação foi avançada hoje à Angop, pelo coordenador do Balcão Único do Empreendedor (BUE) no Cunene, Eusébio Musihiwetile.
O gestor disse que a transição das empresas para a actividade formal é fruto da pressão exercida pela operação resgate realizada pela Polícia Nacional, que, dentre os vários objectivos visa desencorajar o comércio ilegal.
As empresas legalizadas estão ligadas às áreas de serralharia, salão de beleza, restauração e outro tipo de prestação de serviços.
O responsável disse que o processo de constituição e licenciamento de empresa visa a retirada dos empreendedores do mercado informal para o formal, bem como incentivá-los a contribuírem para a segurança social dos trabalhadores.
Eusébio Musihiwetile informou que a cada processo constituído no BUE é atribuído um número de identificação fiscal, certidão comercial, cadastramento no sistema de segurança social, publicação no Diário da República e atribuição de um alvará provisório.