A representação da Sociedade Angolana de Gases e Comprimidos (Angases) na província do Huambo está a funcionar com limitações, resultantes da irregularidade no fornecimento de energia eléctrica.
A preocupação foi manifestada, recentemente, à Angop, pelo director da instituição, José Sapalo, tendo referido que o posto de transformação de energia eléctrica não suporta os equipamentos da Angases.
A título de exemplo, informou, a Angases está impossibilitada, há quatro anos, de encher botijas localmente, facto que dificulta, também, a arrecadação de receitas.
Fez saber que para atender as necessidades dos clientes locais a instituição recorre às congéneres das províncias
de Luanda e Benguela.
“Este processo é muito demorado para satisfazer os clientes e bastante oneroso. Cria elevados prejuízo para a empresa, por isso solicitamos apoio ao governo da província para que se ultrapasse a situação e, consequentemente, garantir o normal funcionamento da instituição”, apelou.
Este ano a Angases vendeu, apenas, 240 botijas de oxigénio, acetileno e dióxido de carbono, num valor de quatro milhões de kwanzas, cifras abaixo dos anos em que a empresa
funciona em pleno.