A estação de cabos submarinos da multinacional angolana de telecomunicações, Angola Cables, obteve no Brasil, recentemente, a certificação (Tier 3)pelo Uptime Institute.
Segundo uma nota de imprensa que o JE teve acesso, o Tier3 é a mais alta categoria de certificação emitida por esta entidade responsável por garantir, a nível global, que as infra-estruturas digitais estejam construídas de forma a funcionarem num nível que seja consentâneo com as necessidades operacionais e comerciais do mercado de tecnologia de informação.
A construção da estação de pouso começou em 2017.
A infra-estrutura foi construída para acomodar o Monet, sistema internacional de cabos de telecomunicações submarinos que conecta Boca Raton, na Flórida, EUA, a Fortaleza e Santos, (Brasil), com o SACS estabelecem uma ligação directa entre os continentes africano e americano.
Esta instalação, em Fortaleza, diz a nota, resultou da necessidade de ter uma estação de aterrisagem totalmente funcional, agora certificada. Esta foi a primeira vez que uma instalação Tier3 foi construída na região para suportar um cabo submarino e o seu backhaul, reduzindo os pontos de falha e garantir a disponibilidade constante de tempo de actividade.
“As certificações como a concedida à estação de cabos submarinos da Angola Cables, em Fortaleza, pelo Uptime Institute, colocam as nossas infra-estruturas a um nível de excelência e qualidade de serviço ao cliente de que nos podemos orgulhar”, disse o presidente da comissão executiva da Angola Cable, António Nunes.