Segundo o governante, que falava em Luanda numa palestra sobre “Os benefícios do Angosat1”, o serviço de telemedicina vai facilitar o acesso rápido aos serviços especializados de saúde.
De acordo com o governante, o processo está a ser consertado com o Ministério da Saúde, esperando-se que com a entrada do Angosat1 em órbita este serviço funcione com eficiência.
O satélite angolano Angosat 1 está a ser construído na Rússia e tem o seguinte segmento espacial: posição orbital 14.5 E, peso mil 55 quilogramas, peso de carga útil 262.4 quilogramas, potência de carga útil três mil 753 W, banda de frequência CKu, número de repetidores 16C+6Ku e com uma vida útil de 15 anos.
O centro de controlo e missão de satélites do Angosat1, está localizado na comuna da Funda, município de Cacuaco, norte da província de Luanda. O Angosat1, como um satélite geoestacionário artificial, está localizado a 36 mil quilómetros a nível do mar, tem a mesma velocidade da rotação da terra e consegue cobrir um terço do globo terrestre.
A duração da construção do Angosat1 está projectada para 36 meses. O satélite angolano vai possuir um centro primário de controlo e missão em Angola e outro secundário na Rússia.
José Carvalho da Rocha, informou ainda que 80 por cento dos serviços do Angosat1 serão vendidos à empresas em Angola e noutros países que serão “iluminados” pelo satélite.
De acordo com o ministro, os restantes 20 por cento serão divididos para questões estratégicas do Estado e questões sociais.
Segundo o governante, nas questões sociais o destaque recai para a educação, saúde e fomento ao emprego com o empreendedorismo de base tecnológica.