O vice-presidente da Associação Nacional dos Industriais e Madeireiros de Angola (ANIMA), Óscar Silva, defendeu, que a prorrogação da data de encerramento da presente campanha florestal deve ser analisada.
Óscar Silva disse que, os operadores, consideram o tempo que “resta” para a campanha 2018, muito curto, associado à época das chuvas que poderá causar enormes prejuízos acumulados.
Nesta conformidade, a Anima solicita ao ministro da Agricultura e Florestas para tudo fazer, no sentido de “excepcionalmente” haver possibilidade de se prorrogar o período de encerramento da presente campanha.
Os filiados reconheceram que, o novo pacote legislativo agora em vigor não permitirá realizar com eficiência o seu trabalho, pelo que voltarão a passar a mesma situação, complicada, vivida durante a campanha anterior.
Refere que a Anima estará disponível para a divulgação e a promoção de debates para ajudar o Ministério da Agricultura e Florestas, na aplicação prática da Lei, por isso, a “unidade” entre os empresários florestais será fundamental para que a sua actividade seja melhor defendida.
“A nossa existência depende dos recursos florestais, razão pela qual devemos ser os primeiros a defendê-los promovendo sempre uma exploração racional e sustentada”, ressalta a fonte.
A Anima considera que esta interdição temporária justifica-se pela sua gravidade após a avaliação feita no terreno, servindo de um alerta para que se cumpram as quotas estabelecidas, sublinhando que a introdução das quotas de abate constitui uma medida fundamental e deve basear-se em análises objectivas e sustentadas em estudos credíveis.