A enviada especial da primeira-ministra britânica para o comércio, Baronesa Lindsay Northover, afirmou esta semana, em Cacuso, que a companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), reflecte o poderio que o país detém no domínio agro-industrial, a julgar pelo actual nível de produção e as metas que almejam atingir em 2021, para o alcance da capacidade instalada total de 256 mil toneladas de açúcar.
De acordo com a responsável, que falava à margem de uma visita que efectou ao empreendimento, com o propósito de inteirar-se do funcionamento do mesmo, a Biocom assume-se já como referência no que toca à produção de açúcar, etanol e energia eléctrica em Angola, o que permitirá atrair cada vez mais
investimentos para o país.
Lindsay Northover fez saber que há em Angola empresas britânicas que pretendem investir no mesmo sector, pelo que a Biocom possa servir de experiência, para que os investimentos possam vingar e consequentemente elevar o volume de negócios entre Angola e o Reino Unido.
Por sua vez, o director-geral da Biocom, Carlos Henriques, precisou que as declarações da enviada especial da primeira-ministra britânica para o comércio motiva o projecto a continuar a trabalhar com vista a atingir as metas preconizadas de uma produção de 256 mil toneladas de açúcar, 33 mil metros cúbicos de etanol e 235 mil megawatts de energia.