Alguns especialistas brasileiros acreditam que o sucesso alcançado pelo Brasil no sector do agronegócio em 50 anos pode servir de exemplo para Angola alcançar as metas em 10 anos.
A conclusão é do engenheiro agrónomo, Ronaldo Trecenti, quefalava esta semana, em Luanda, sobre “A evolução da agricultura e do agronegócio no Brasil”, durante o Fórum Económico realizado pela Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN).
O especialista justificou que Angola tem grande demanda por alimentos, clima tropical, solo e população muito favorável ao desenvolvimento agrícola e vontade política.
Acrescentou ainda que a estes factores de produção, juntam-se ainda a vantagem de estar mais perto dos grandes mercados e pode adoptar tecnologias brasileiras, uma maiores economias da América Latina.
Durante a sua dissertação explicou que o crescimento das cadeias produtivas do Brasil deve-se a sábia decisão de “importar petróleo e produzir alimentos. Se Angola quiser alcançar uma economia em escala tem de produzir insumos localmente”, defende.
Aposta
Na opinião do presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino corrobora com a opinião segundo a qual o país pode atingir o sucesso agroindustrial em menos tempo em função do potencial que dispõe.
De acordo com o industrial estes resultados conseguem-se dando formação dual aos agricultores, técnicos agrários e tecnologia de ponta”, disse o responsável.
“Fico triste quando se projecta por via do Orçamento Geral do Estado (OGE) apenas 150 milhões de dólares para o sector da Agricultura”, atira José Severino.
Na ocasião, o empresário, Marcos Chaves considerou que quando um país apresenta uma infra-estrutura pouco desenvolvida, com carência de portos, aeroportos, malha viária, telecomunicações, deficiência energética, os produtos podem encarecer no mercado interno.

Modelo brasileiro
pode servir Angola

Alguns especialistas brasileiros acreditam que o sucesso alcançado pelo Brasil no sector do agronegócio em 50 anos pode servir de exemplo para Angola alcançar as metas em 10 anos.

A conclusão é do engenheiro agrónomo, Ronaldo Trecenti, quefalava esta semana, em Luanda, sobre “A evolução da agricultura e do agronegócio no Brasil”, durante o Fórum Económico realizado pela Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN).
O especialista justificou que Angola tem grande demanda por alimentos, clima tropical, solo e população muito favorável ao desenvolvimento agrícola e vontade política.
Acrescentou ainda que a estes factores de produção, juntam-se ainda a vantagem de estar mais perto dos grandes mercados e pode adoptar tecnologias brasileiras, uma maiores economias da América Latina.
Durante a sua dissertação explicou que o crescimento das cadeias produtivas do Brasil deve-se a sábia decisão de “importar petróleo e produzir alimentos. Se Angola quiser alcançar uma economia em escala tem de produzir insumos localmente”, defende.
Aposta
Na opinião do presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino corrobora com a opinião segundo a qual o país pode atingir o sucesso agroindustrial em menos tempo em função do potencial que dispõe.
De acordo com o industrial estes resultados conseguem-se dando formação dual aos agricultores, técnicos agrários e tecnologia de ponta”, disse o responsável.
“Fico triste quando se projecta por via do Orçamento Geral do Estado (OGE) apenas 150 milhões de dólares para o sector da Agricultura”, atira José Severino.
Na ocasião, o empresário, Marcos Chaves considerou que quando um país apresenta uma infra-estrutura pouco desenvolvida, com carência de portos, aeroportos, malha viária, telecomunicações, deficiência energética, os produtos podem encarecer no mercado interno.