O balanço do actual ano piscatório é considerado positivo, sendo que, até Novembro, os dados preliminares indicavam uma cifra acima dos 90 por cento nos níveis de captura de pescado.
A quantidade exacta de pescado capturado este ano poderá aumentar e superar os níveis de captura definido no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022.
Este ano, foi aprovado o Plano de Ordenamento das Pescas e Aquicultura para o período 2018-2022 e criada a Comissão Multissectorial para a Elaboração da Estratégia do Mar, no conceito de economia azul.
Foi terminada a construção do Instituto Politécnico Marítimo Pesqueiro CEFOPESCAS, nos Ramiros, reconstruído o Instituto Médio Hélder Neto e concluída a segunda fase da construção da Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe. Concluídas foram também diversas infra-estruturas de apoio à cadeia de valor da pesca artesanal.
Registou-se a transferência formal de competências da pesca artesanal para os municípios da orla costeira, no âmbito do processo de desconcentração administrativa, e foi implementado o processo de desburocratização e licenciamento da actividade de pesca semi-industrial e industrial.
Aumentou igualmente a produção de tilápia na aquicultura continental. Na localidade do Missombo, no Cuando Cubango, foi construído um Centro de larvicultura para a produção de alevinos e engorda de tilápia.

Acções satisfatórias


A produção de sal aumentou de modo significativo, tendo atingido uma produção de cerca de 103 mil toneladas/ano, o que perfaz 63 por cento da meta estabelecida no Plano Nacional de Desenvolvimento, tendo se registado uma diminuição na importação de sal grosso iodizado.
O sector fez a aquisição e a inauguração do navio de investigação oceanográfica Baía-Farta, e o apetrechamento do Centro de Apoio à Pesca Artesanal na Ilha de Luanda e do mercado de peixe da Mabunda.