O Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) prevê neste ano formativo capacitar dois mil 429 técnicos,  um numero maior de formandos em relação os quatros anos de existência, informou,  em Luanda, o director-adjunto para Pedagogia e Tecnologia, Gilberto Figueira.

 

O responsável, que falava no acto de abertura formal do ano académico da instituição, fez saber que as actuais condições técnicas e tecnológicas que vão servir para o apetrecho dos laboratórios existentes e a implementação de outros, bem como a quantidade e qualidade do corpo docente entre efectivos e colaboradores garantem para este  ano formativo formar este número elevado.

 

De acordo com o responsável, com a capacitação de alguns formadores no exterior do país, como África do Sul Brasil, EUA, e Portugal,  bem  como com a aquisição de um laboratório de instrumentalização, no âmbito da parceria com a Yokogawa, e ainda o reconhecimento do centro  de “treinamento autorizado furukawa, academia Cisco e o Centro de exames para testes da Pearson Vue”  que darão valências formativas e certificação internacional aos formandos.

 

O director-adjunto, explicou que as acções formativas programadas no calendário formativo e da demanda, referente ao ano 2012, permitiram inscrever na base de dados da secretaria pedagógica cerca de mil 252 indivíduos, o que resultou em mil 145 matriculados, sendo 944 particulares (com aproveitamento positivo de 903) e cerca de 201 matriculados provenientes de empresas.

 

O responsável , acrescentou,  que durante este período os cursos mais solicitados pelas empresas foram o Protocolo TCP-IP, Redes de Computadores Básico e Processos de Soldagem, enquanto que os particulares solicitaram mais os conceitos básicos de redes de computadores, manutenção de equipamentos, electricidade básica, auto-Cad 2D, comandos electrónicos, auxiliar de controlo de qualidade, higiene e segurança no trabalho.

 

Pareceria com as multinacionais Cisco e Furukawa.

 

Estas estão a permitir alcançar a excelência em formação profissional e prestação de serviço no domínio das tecnologias.

Segundo informações avançada pelo seu director-geral, José Lourenço, em conferência de imprensa, à margem da cerimónia de abertura do ano formativo do Cinfotec.

Fez saber que a Cisco e Furukawa são líderes mundiais no processamento de comunicações de dispositivos ligados à Internet, de tecnologias e cabeamento estruturado.

De acordo com o responsável, este desejo traduz-se no projecto e estratégia que o centro estabeleceu até o ano de 2015, tendo em conta a visão formativa, que é de tornar o mesmo na melhor instituição de formação profissional tecnológica do país.

Por esta via, em função dos actuais acontecimentos, o Cinfotec conseguiu dar o primeiro passo que é a certificação dos seus profissionais, dos formadores e do centro em si, assim como dos seus laboratórios, tendo em conta os investimentos feitos.

“Esta estratégia de formação profissional foi traçada pelo executivo e através do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPSS) tudo se tem feito para que a questão da formação e capacitação seja contínua e se propague para todo o país”, explicou.

Para o director- geral, os beneficiários deste tipo de formação, uma vez concluído, estarão habilitados para trabalhar nesta área em qualquer parte do mundo.

Cooperação com as empresas 
De recordar que em 2012 o Cinfotec projectou a certificação de mais laboratórios de centro, com destaque para os de mecânica e produção, de metrologia e o de electricidade mecatrónica, o que permitiu formar mais de duas mil pessoas nestas áreas de ensino.
 

O responsável do Centro Integrado de Formação Tecnológica (Cinfotec),  explicou que o relacionamento com as empresas e a sua instituição tem sido cada vez mais benéfica, tudo isso, com o propósito de se dar ferramentas profissionais aos que precisam.

José Lourenço, que fez esta consideração na conferência de imprensa realizada no quadro da abertura do ano formativo 2013 do Cinfotec, referiu que não há outra alternativa senão conjugarem esforços com as empresas, já que a sua instituição tem como objectivo fazer formação de carácter tecnológico virado à indústria nacional.

“Temos um relacionamento privilegiado com as empresas, via disso, estamos par e passo com a Associação Industrial de Angola (AIA) e com a Câmara de Comércio e Industria, associações que lidam directamente com as empresas”, afirmou.
O director geral fez saber que existem alguns protocolos e acordos já firmados com um número de empresas num total de onze.
Além de se manter um contacto directo com as empresas, o Cinfotec, permite que os estudantes ou pessoas individuais que queiram frequentar os cursos desta instituição podem fazê-lo, o que já tem ocorrido desde a existência do centro há três anos.

De recordar que não cabe ao Cinfotec inserir os jovens formandos no mercado do emprego, apesar de existirem empresas que solicitam, algumas vezes, formandos da instituição, particularmente os do sector petrolífero.

“Temos o interesse que as empresas de forma gradual absorvam os estudantes que não fazem parte das empresas, apesar de não ser a nossa responsabilidade”, explica.

 

Parceria com Portugal

O  Cinfotec tem reforçado as linhas de parcerias com Portugal na formação tecnológica com Centro de Serviços e Apoio às Empresas de Portugal (Cesae), para o reforço das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)..

O acordo estabelece novos modelos formativos adequados às necessidades do país  e a certificação da instituição angolana, criada por iniciativa governamental para responder às necessidades de formação profissional e de qualificação da mão-de-obra nacional nas áreas técnica e tecnológica.

Entre outras iniciativas de interesse recíproco, as duas instituições têm trabalhado em conjunto na estruturação e lançamento de um projecto de formação - acção na área do TIC no pais, na formação das equipas técnicas, de utilizadores e comercial que vão trabalhar, no território nacional na aplicação informática de gestão de projectos de formação WebSIGA, o produto mais recente do Cesae.

Uma ferramenta web based que permite a gestão de acções de formação e de projectos (de consultadoria formativa ou outros), que incorpora todas as funcionalidades exigidas ao funcionamento de um centro de formação, público ou privado.O mesmo incluí ainda a ligação à plataforma de e-learning gratuita MOODLE.

 

 

 

 

O Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC) prevê neste ano formativo capacitar dois mil 429 técnicos,  um numero maior de formandos em relação os quatros anos de existência, informou,  em Luanda, o director-adjunto para Pedagogia e Tecnologia, Gilberto Figueira.

 

O responsável, que falava no acto de abertura formal do ano académico da instituição, fez saber que as actuais condições técnicas e tecnológicas que vão servir para o apetrecho dos laboratórios existentes e a implementação de outros, bem como a quantidade e qualidade do corpo docente entre efectivos e colaboradores garantem para este  ano formativo formar este número elevado.

 

De acordo com o responsável, com a capacitação de alguns formadores no exterior do país, como África do Sul Brasil, EUA, e Portugal,  bem  como com a aquisição de um laboratório de instrumentalização, no âmbito da parceria com a Yokogawa, e ainda o reconhecimento do centro  de “treinamento autorizado furukawa, academia Cisco e o Centro de exames para testes da Pearson Vue”  que darão valências formativas e certificação internacional aos formandos.

 

O director-adjunto, explicou que as acções formativas programadas no calendário formativo e da demanda, referente ao ano 2012, permitiram inscrever na base de dados da secretaria pedagógica cerca de mil 252 indivíduos, o que resultou em mil 145 matriculados, sendo 944 particulares (com aproveitamento positivo de 903) e cerca de 201 matriculados provenientes de empresas.

 

O responsável , acrescentou,  que durante este período os cursos mais solicitados pelas empresas foram o Protocolo TCP-IP, Redes de Computadores Básico e Processos de Soldagem, enquanto que os particulares solicitaram mais os conceitos básicos de redes de computadores, manutenção de equipamentos, electricidade básica, auto-Cad 2D, comandos electrónicos, auxiliar de controlo de qualidade, higiene e segurança no trabalho.

 

Pareceria com as multinacionais Cisco e Furukawa.

 

Estas estão a permitir alcançar a excelência em formação profissional e prestação de serviço no domínio das tecnologias.

Segundo informações avançada pelo seu director-geral, José Lourenço, em conferência de imprensa, à margem da cerimónia de abertura do ano formativo do Cinfotec.

Fez saber que a Cisco e Furukawa são líderes mundiais no processamento de comunicações de dispositivos ligados à Internet, de tecnologias e cabeamento estruturado.

De acordo com o responsável, este desejo traduz-se no projecto e estratégia que o centro estabeleceu até o ano de 2015, tendo em conta a visão formativa, que é de tornar o mesmo na melhor instituição de formação profissional tecnológica do país.

Por esta via, em função dos actuais acontecimentos, o Cinfotec conseguiu dar o primeiro passo que é a certificação dos seus profissionais, dos formadores e do centro em si, assim como dos seus laboratórios, tendo em conta os investimentos feitos.

“Esta estratégia de formação profissional foi traçada pelo executivo e através do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPSS) tudo se tem feito para que a questão da formação e capacitação seja contínua e se propague para todo o país”, explicou.

Para o director- geral, os beneficiários deste tipo de formação, uma vez concluído, estarão habilitados para trabalhar nesta área em qualquer parte do mundo.

Cooperação com as empresas 
De recordar que em 2012 o Cinfotec projectou a certificação de mais laboratórios de centro, com destaque para os de mecânica e produção, de metrologia e o de electricidade mecatrónica, o que permitiu formar mais de duas mil pessoas nestas áreas de ensino.
 

O responsável do Centro Integrado de Formação Tecnológica (Cinfotec),  explicou que o relacionamento com as empresas e a sua instituição tem sido cada vez mais benéfica, tudo isso, com o propósito de se dar ferramentas profissionais aos que precisam.

José Lourenço, que fez esta consideração na conferência de imprensa realizada no quadro da abertura do ano formativo 2013 do Cinfotec, referiu que não há outra alternativa senão conjugarem esforços com as empresas, já que a sua instituição tem como objectivo fazer formação de carácter tecnológico virado à indústria nacional.

“Temos um relacionamento privilegiado com as empresas, via disso, estamos par e passo com a Associação Industrial de Angola (AIA) e com a Câmara de Comércio e Industria, associações que lidam directamente com as empresas”, afirmou.
O director geral fez saber que existem alguns protocolos e acordos já firmados com um número de empresas num total de onze.
Além de se manter um contacto directo com as empresas, o Cinfotec, permite que os estudantes ou pessoas individuais que queiram frequentar os cursos desta instituição podem fazê-lo, o que já tem ocorrido desde a existência do centro há três anos.

De recordar que não cabe ao Cinfotec inserir os jovens formandos no mercado do emprego, apesar de existirem empresas que solicitam, algumas vezes, formandos da instituição, particularmente os do sector petrolífero.

“Temos o interesse que as empresas de forma gradual absorvam os estudantes que não fazem parte das empresas, apesar de não ser a nossa responsabilidade”, explica.

 

Parceria com Portugal

O  Cinfotec tem reforçado as linhas de parcerias com Portugal na formação tecnológica com Centro de Serviços e Apoio às Empresas de Portugal (Cesae), para o reforço das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)..

O acordo estabelece novos modelos formativos adequados às necessidades do país  e a certificação da instituição angolana, criada por iniciativa governamental para responder às necessidades de formação profissional e de qualificação da mão-de-obra nacional nas áreas técnica e tecnológica.

Entre outras iniciativas de interesse recíproco, as duas instituições têm trabalhado em conjunto na estruturação e lançamento de um projecto de formação - acção na área do TIC no pais, na formação das equipas técnicas, de utilizadores e comercial que vão trabalhar, no território nacional na aplicação informática de gestão de projectos de formação WebSIGA, o produto mais recente do Cesae.

Uma ferramenta web based que permite a gestão de acções de formação e de projectos (de consultadoria formativa ou outros), que incorpora todas as funcionalidades exigidas ao funcionamento de um centro de formação, público ou privado.O mesmo incluí ainda a ligação à plataforma de e-learning gratuita MOODLE.