O Ministro do Comércio, em conformidade com os poderes delegados pelo Presidente da República nos termos do artigo 137º, da Constituição da República de Angola, nomeou uma Comissão de Gestão para assegurar o normal funcionamento da Administração da Agência para a Promoção do Investimento e Exportação de Angola (APIEX), que passa a ser liderada pelo Secretário de Estado para o Comércio Externo e Coordenador, Alexandre David de Sousa Costa, o Secretário-Geral do Ministério do Comércio, Francisco Eduardo Beny, o director do Gabinete Jurídico do referido órgão, Jacinto Pedro Ucuahamba, o inspector Geral, Heleno Antunes, o director adjunto do Gabinete do Ministro, Pedro Gonçalves Silva da Cunha e Belarmino Gomes Van-Dunem, como colaborador.
A comissão tem competências especiais e passa avaliar e propor as funções da APIEX Angola no contexto da reforma do Ministério do Comércio e do sistema integrado aprovado superiormente no âmbito da “Organização do Comércio de Angola”, analisar o modo de organização, estruturação e funcionamento e propor medidas de soluções imediatas, bem como elaborar, dentro do prazo estabelecido, o relatório e submetê-lo à tutela para superintendência de decisão.
A Comissão de Gestão tem um mandato de 30 dias improrrogáveis.

Exonerações
O Conselho de Administração da APIEX Angola foi exonerada pelo mesmo despacho que nomeou a actual comissão e era composta por António da Ressurreição Simão Henrique da Silva, presidente do Conselho de Administração, Lopes Paulo, Administrador para a área de Exportação, Julay da Purificação Morais, Administradora para a área Administrativa e Financeira e Carlos Alberto Gomes Padre, Administrador para a área de Acompanhamento de Mercados e produtos na APIEX-Angola.

Objecto
Criada ao abrigo do Decreto Presidencial nº 184/5, de 30 de Setembro de 2015, a Agência para a Promoção do Investimento e Exportações de Angola, tutelada pelo Ministério do Comércio, faz parte de um conjunto de medidas do Governo angolano no sentido de ajustar a política do investimento privado à conjuntura actual, desburocratização do procedimento para admissão do investimento e adequação do sistema de incentivos e benefícios fiscais e aduaneiros, à dinâmica económica do país. Além disso, visa apoiar o crescimento de uma economia diversificada e estável, que permita que Angola participe de forma expressiva e competitiva na economia global.