O coordenador da comissão de gestão da Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (ELISAL), Manuel António de Jesus Loty, defendeu a necessidade de coordenação, capacitação e envolvimento entre as empresas intervenientes na recolha de resíduos sólidos, como forma de prestar um melhor trabalho ao cidadão.
O responsável defendeu esta necessidade quando falava à Angop à margem do primeiro ciclo de sessões de discussão técnicas e informação sobre os sistemas de gestão de resíduos sólidos na capital do país.
“A recolha e tratamento de resíduos sólidos exige uma entrega com o espírito de missão, sobretudo com o sentido de socialização e humanização dentro dos padrões que se requerem e se recomendam”, enfatizou.
O encontro faz parte do processo de reestruturação do sistema do novo modelo de gestão de resíduos sólidos a ser implementado na capital angolana.
Ao longo da jornada foram afloradas questões relacionadas com os desafios na gestão de recursos humanos do sistema de gestão de resíduos sólidos e modelos práticos a serem aplicados, fiscalização e implicação, bem como contrato e cadernos de encargos entre a Elisal e os operadores de recolha.
Os principais desafios e oportunidades de melhoria da logística, gestão de armazéns e fluxos de matérias correntes e de mecânica para o sistema de gestão de resíduos sólidos em Luanda foram também a debate.
Constaram igualmente no programa questões relacionadas com os desafios na gestão de recursos humanos do sistema de gestão de resíduos sólidos e modelos práticos a serem aplicados, fiscalização e implicação, bem como contrato e cadernos de encargo entre a Elisal e os operadores de recolha.
Denominado “Academia Elisal” nela participaram responsáveis de empresas privadas subcontratadas para a limpeza, recolha e tratamento de resíduos sólidos em Luanda.
No encontro com a duração de aproximadamente oito horas foram ainda apresentados os principais documentos de âmbito estratégico da empresa e impactos dos diversos agentes da cadeia de valor do sistema de gestão de resíduos sólidos.
A Elisal programou durante uma semana a realização de seis sessões do género, com responsáveis e trabalhadores das 16 empresas contratadas, que culminaram com a realização de um seminário com a participação do governador, Bento Francisco Bento, vice-governadores, directores provinciais e administradores.