As Câmaras de Comércio e Indústria devem servir de ligação entre as comunidades empresariais das diversas nações para atrair investimentos e participar activamente na diversificação da economia.
A informação foi avançada terça-feira, em Luanda, pelo presidente da Câmara de Comércio Angola-China, Manuel Arnaldo Calado, no 1º fórum das Câmaras de Comércio e Indústria (CCIA), que contou com a participação de nove associações e mais de 200 empresários.
Sob o lema “A importância das Câmaras de Comércio no Desenvolvimento de Angola”, o fórum teve como objectivo destacar a importância das câmaras como importantes parceiros do Executivo angolano.
Temas como as experiências internacionais das câmaras e indústrias no desenvolvimento económico dos países, e o papel do sistema financeiro no apoio ao investimento dominaram o certame.
Segundo Manuel Calado, Angola apresenta uma economia de mercado que obriga os agentes operadores a cumprirem permanentemente os desafios na consolidação de políticas capazes de criar riquezas e garantir o bem estar.
Acrescentou que, o sector privado deve desempenhar o seu papel de parceiro do Estado assumindo as rédeas da economia e da criação de empregos para o cidadão.
Combate à burocracia
Contudo, solicitou às autoridades a criarem mecanismos legais que permitam o combate à burocracia administrativa que, na sua opinião, constitui uma barreira na facilidade e no cumprimento de acções que concorrem para o processo produtivo.
Alertou também as Câmaras