O Executivo angolano seleccionou as fileiras do café, mel, palmares, produtos da pesca, bebidas alcoólicas, sal iodado, cimento, areias naturais, ouro, minério de ferro entre outros para o fomento e diversificação das exportações.
Estes segmentos são vitais para o desenvolvimento da economia e do emprego nacional.
Conta como principais destinos das exportações mercados como o de Singapura, Israel, Brasil, África do Sul, França, República Democrática do Congo, Bélgica, República do Congo, Estados Unidos da América, Portugal, Reino Unido, Colômbia, Emiratos Árabes Unidos, China e Hong Kong.

Mais exportações
Segundo noticiou, recentemente, o Jornal de Angola, a China foi ultrapassada por Portugal, que recuperou a liderança das importações angolanas no segundo trimestre de 2018.
Portugal foi o país que mais vendeu a Angola. As exportações cresceram cerca de 61 por cento face ao trimestre anterior e atingiram os 129.085 milhões de kwanzas.
Entre Janeiro e Março, a China liderou a lista de países que mais venderam a Angola, com um volume total de 105.500 milhões de kwanzas.
Durante o trimestre, Pequim destronou Lisboa que liderava a tabela.
As compras angolanas da China caíram 19,4 por cento do I para o II trimestre.
A China tem agora uma quota de 11,5 por cento nas importações angolanas. A China reforçou a posição de maior comprador de Angola, com uma quota de 57,9 por cento das exportações angolanas no período analisado (essencialmente petróleo). Traduz-se em vendas globais de 1,363 biliões de kwanzas (4.718 milhões de euros, à taxa de câmbio de então), um crescimento superior, em valor, a 24 por cento, face às compras realizadas pela China no I trimestre de 2018.

Peso das exportações
O petróleo bruto representou um peso de 96,1 por cento de todas as exportações angolanas no II trimestre de 2018.
O terceiro lugar da lista é ocupado pelo Reino Unido viu o seu volume de importações crescer 7,3 vezes, tornando-se assim o terceiro principal país fornecedor de Angola.
No II trimestre de 2018, as importações de origem britânica alcançaram os 62.613 milhões de kwanzas (216 milhões de euros, à taxa de câmbio), um aumento de 631,3 por cento face aos 8.562 milhões de kwanzas (29 milhões de euros,
à taxa de câmbio).
No II trimestre de 2018, a balança comercial angolana registou um saldo positivo superior em 17 por cento face ao trimestre precendente.