A Fábrica de colchões localizada na cidade de Negage, 37 quilómetros a nordeste do Uíge, reduziu consideravelmente a capacidade de produção semanal , de dois mil e setecentos em 2015 , para 450 em 2017, fruto da escassez de divisas para importação de matérias-primas.
Esta informação foi prestada recentemente pela responsável da referida fábrica, Mariza Duarte Lopes, aos trabalhadores da Agência Angola Press (Angop), durante uma visita à fábrica de colchões no quadro do programa das comemorações do 42º aniversário do órgão, assinalado a 30 de Outubro.
“Regista-se uma redução forçada na produção, fruto da falta de divisas no mercado angolano, pois que os produtos utilizados para o fabrico de colchões são provenientes da China e da Suécia”, explicou .
A fábrica que actualmente funciona num período único, (das 07 às 13 h) com nove trabalhadores, tem abastecido comerciantes nas províncias de Cuanza Norte, Malanje, Luanda e Uíge.
Durante a visita guiada, o grupo de trabalhadores chefiado pelo seu delegado Santos Garcia Kiala, recebeu esclarecimentos sobre o processo desde o fabrico até a comercialização na única unidade fabril de colchões na região.
Os profissionais do órgão, visitaram ainda a fábrica de água Cesse no quadro do aniversário comemorado no dia 30 de Outubro do corrente e receberam explicações sobre o seu funcionamento.