O trabalho e dedicação dos fiscais no combate à exploração ilegal da fauna e flora selvagem em Angola foi enaltecido, na passada terça-feira, em Luanda, pela ministra do Ambiente, Paula Francisco.
Num documento chegado à Angop, por ocasião do Dia Mundial dos Fiscais dos Parques e Reservas, assinalado no passado dia 31 de Julho, a governante admitiu a insuficiência de meios, sobretudo para a patrulha, como sendo um dos principais problemas que tem dificultado o trabalho dos efectivos.
“Continuamos a envidar esforços para minimizar estas insuficiências actualmente registadas, no quadro da estratégia do combate contra os crimes ambientais em Angola”, garantiu a ministra do Ambiente.
A recuperação e construção de infra-estruturas de apoio nos parques nacionais do país constitui uma das apostas do Ministério do Ambiente, com vista à melhoria das condições de trabalho dos fiscais e promoção do ecoturismo nestes locais.
O Ministério do Ambiente controla 16 áreas de conservação, entre parques, reservas naturais, integrais, parciais e especiais, na sua maioria criadas no período colonial.
Mais protecção
Por outro lado, o presidente da Federação Internacional dos Fiscais e Fundador da TheThin Green Line Foundation, Sean Willmore, na sua mensagem refere que os fiscais lutam para impedir que os “pulmões da terra” sejam serrados até ao chão, além do combate contra a extinção das mais variadas espécies.
O Dia Mundial dos Fiscais dos Parques e Reservas é uma iniciativa da Federação Internacional dos Fiscais (International Ranger Federation-IRF) em parceria com a Fundação Linha Verde (Green Line Foundation).