A embaixada de Angola no Japão, em parceria com a Organização Japonesa de Comércio Externo (JETRO), vai realizar no próximo dia 13 de Março, um fórum de negócios para a captação de investimento nos dois países. O evento, segundo um documento da Agência de Investimento Privado e Exportações de Angola (Aipex), será realizado à margem da visita que o Chefe de Estado, João Lourenço, irá efectuar àqueles país de 10 a 14 de Março do ano em curso. O documento que chegou ao JE assegura ainda que, o evento visa permitir o encontro de negócios com os empresários industriais e de outros sectores produtivos, para promover e divulgar as oportunidades no sector da indústria e na produção nacional em geral, criando as bases para a inserção do país no mercado regional e internacional e o empoderamento do sector privado nacional. Tem ainda como objectivo, promover a melhoria do ambiente de negócios, atracção de investimentos, reforçar a atractividade do sector industrial e divulgar as oportunidades de investimentos no sector industrial. A Organização de Comércio Exterior do Japão, é uma organização japonesa relacionada ao governo que promove comércio e investimento. Segundo a Aipex, se está a pensar no Japão como uma fonte de importação ou mercado de exportação, ou gostaria que a sua empresa estivesse no Japão, aproveite a oportunidade. O Fórum será caracterizado por intervenções de membros do Governo angolano, nomeadamente os ministérios da Economia e Planeamento, Agricultura e Floresta, Transportes, Turismo, Energia e Águas, Indústria, Recursos Minerais e Petróleo, Aipex, entre outros departamentos ministeriais. O Fórum de Negócios Angola-Japão, prevê congregar mais de 300 participantes do sector público e privado. No evento, será feito a apresentações das oportunidades de negócios em Angola, reuniões bilaterais entre Ministros e os PCA de empresas públicas, com os homens de negócios do Japão. Estas reuniões servirão de excelentes oportunidades para o empresariado japonês apresentar directamente aos dirigentes do Governo angolano o “know-how” das suas respectivas empresas, algo que poderá ter um papel importante no Plano Nacional de Desenvolvimento, assim como na diversificação da economia.