Os agentes económicos e consumidores da província do Cuanza Norte foram esclarecidos sobre a importância e o modo de manuseio do “Livro de Reclamações do Consumidor”.
A actividade aconteceu durante apresentação do referido manual aos empresários da província do Cuanza Norte, em acto orientado pela directora-geral do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec), Paulina Semedo, que exortou aos agentes económicos no sentido de fazerem o uso obrigatório do “livro de
reclamações do consumidor”.
Paulina Semedo explicou que a elaboração do manual teve como base melhorar o exercício da cidadania, através da exigência do respeito
dos direitos dos consumidores.
O lançamento deste livro, referiu, tem o objectivo de reforçar o sistema de protecção do consumidor, orientar os comerciantes ou prestadores de serviço a respeitar a lei de defesa do consumidor e evitar as más práticas.
“Efectivar na sociedade a cultura de reclamação dirigida aos órgãos competentes sobre violação dos direitos dos consumidores e as más práticas registadas no sector, bem como supervisionar as medidas de melhoria do atendimento e prestação de serviços aos consumidores são outros dos propósitos da publicação”, ressaltou Paulina Semedo.
Por seu turno, o vice-governador provincial para o sector Político e Social, José Quipungo, prevê que o lançamento do livro de reclamações na região vai estimular e reforçar o processo comercial, com base na seriedade, honestidade
e responsabilidade.
Apelou aos empresários e agentes económicos a considerar o livro de reclamações como um instrumento de resolução de conflito, entre prestadores de serviço
e os consumidores.
“Além do livro ser um instrumento de resolução de conflito, ele deve concorrer para o estabelecimento de uma relação de confiança entre as partes
envolvidas no comércio.