Dos principais eventos realizados pelo sector da Hotelaria e Turismo durante o ano que está no fim, destacam-se a realização em Luanda, do “Presidential Golf Day” bem como o Fórum Mundial do Turismo, manifestações que serviram para a captação do investimento directo estrangeiro.
Em Maio, e com uma tacada rente ao relvado, o Presidente da República, João Lourenço, abria assim, o torneio internacional de Golfe que se disputou no Campo dos Mangais, Barra do Kwanza.
A prova contou com a participação de mais de 50 atletas em representação dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Reino Unido, Japão e Turquia.
Além da componente desportiva, Angola buscou, com o “Presidential Golf Day” , a interacção entre homens de negócios visando parcerias no âmbito do programa do Executivo de diversificação da economia nacional.
Ainda este ano, foi realizado o Congresso Nacional de Hotelaria e a Expo-Hotel pelas associações e operadoras nacionais do sector.
No âmbito do Turismo, foi aprovado o Plano de Desenvolvimento do Pólo Turístico de Cabo Ledo e criada a Agência Nacional da região do Okavango (ANAGERO).

Balanço


O movimento no primeiro semestre deste ano foi de 1,4 milhão de turistas nacionais e estrangeiros, tendo arrecadado 10 mil milhões de kwanzas, numa altura em que a previsão é de dois milhões até Dezembro.
Dados do Ministério da Hotelaria e Turismo revelam que os números podem crescer se forem acautelados alguns problemas que concorrem para o exercício da actividade como reparação de estradas, redução dos preços praticados na hotelaria, criação de guias turísticos e baixar o custo de vida.
Angola ocupa, actualmente, a posição 134 no leque dos 140 países mais atractivos para a prática do turismo.
Consta que em 2017, entraram em Angola 260.961 turistas, representando uma redução na ordem de 397.485 registados em 2016.
A fonte da instituição acrescentou que as receitas em 2017 representaram um decréscimo de 2 mil milhões de kwanzas, em relação a 2016. No referido ano, o turismo gerou 12 mil milhões de kwanzas.
Os turistas têm como áreas de eleição as províncias de Luanda, Benguela, Huíla, Huambo e Cabinda.
Os turistas estrangeiros vêm da África do Sul, Namíbia e República Democrática do Congo.