A indutubo, empresa que se dedica à extrusão, venda de tubos e de acessórios em HDPE, mantém a sua filosofia na fabricação e fornecimento de bens às empresas que actuam no mercado nacional, apesar da situação financeira que a economia global enfrenta, principalmente na importação da matéria-prima.
Localizada na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, a empresa produz tubos de 25 a 1600mm de diâmetro usados no sistema de canalização de água, de regas nas várias indústrias e empresas agrícolas nacionais, e para a rede eléctrica de iluminação pública.
A unidade fabril está equipada por uma linha de extrusão com uma capacidade de produção de 4.065 toneladas de tubos por ano, sobretudo os tubos grandes de polietileno de 14dm e de 315-1600mm.
Em entrevista concedida recentemente ao JE, o director comercial Cláudio Mendes, disse que a empresa continua a produzir, apesar da difícil situação financeira que a economia enfrenta. “Algumas matérias-primas que entram na fabricação dos tubos são importadas em países como Portugal, China, África do Sul, dependendo do preço de aquisição”, disse o gestor.
Cláudio Mendes disse ainda que a instituição tem especialistas que fazem pesquisa dos preços e produtos em vários mercados no exterior, por isso, não têm um país definido para a aquisição da matéria-prima.
No que toca à mão-de-obra, o gestor disse que todos os colaboradores recebem formação “on job” prática e técnica de forma a manter os altos padrões de qualidade dos seus produtos, visando o retorno financeiro da empresa e garantir maior segurança dos seus trabalhadores.
Todos esses pressupostos, segundo disse, visam fundamentalmente, o fornecimento de produtos e serviços que atendem as expectativas dos clientes, o cumprimento da legislação e outros requisitos aplicáveis no negócio, prevenir impactos ambientais do solo, assim como prevenir acidentes e doenças ocupacionais.
A Indutubo, tal como as outras unidades industriais localizadas na ZEE foram criadas no âmbito do processo desenvolvimento do país, de modo a relançar a economia real e reforçar a capacidade do empresariado para a melhoria do ambiente económico, da estrutura e da produção nacional. Trata-se de um modelo de desenvolvimento económico que prevê incentivos ao investimento e a redução das importações.