O Instituto Nacional de Estatistica (INE) apresentou às instituições públicas e privadas, a sua estratégia para a realização do recenseamento de empresas agro-pecuárias e pescas, RAPP 2019.
As estratégias foram apresentadas num workshop sobre avaliação do senso piloto realizado de 26 a 28 de Junho último em Luanda.
Segundo o documento que o JE acesso, os dados recolhidos no Recenseamento Agro-pecuário e Pescas, (RAPP 2019) irão produzir informações sobre o universo e outros indicadores relativos às explorações agrícolas, pecuárias e piscatórias existentes em Angola e vai apoiar o Executivo, e os seus parceiros, na tomada de decisões e concretização dos diferentes planos do para a melhoria e diversificação da economia.
O evento teve como objectivo informar os participantes sobre a estratégia e metodologia do RAPP, apresentar e discutir o relatório final do Censo Piloto, bem como avaliar a sua implementação e identificar os constrangimentos e recomendações de soluções.
No que toca ao quadro de amostragem, o Recenseamento Geral da População e Habitação de 2014, foi a base para a construção de amostragem apropriada de aldeias que foram utilizadas na condução do RAPP (Piloto).
Segundo o documento que o JE teve acesso, a amostra de produtores foi distribuída sistematicamente a cada comuna e aldeia, consoante o número total de produtores na base da listagem RAPP Piloto 2018/2019, com 12 aldeias por comuna e 10 produtores em cada aldeia seleccionada. Da base gerada pelo processo da listagem, o INE sustenta que foram seleccionados 10 agregados familiares de cada aldeia que praticam as actividades do RAPP (agricultura, pecuária e pescas), para responderem o questionário em causa.
Os agregados seleccionados da amostra, segundo o INE, foram atribuídos aos supervisores de equipa a partir da área de processamento de dados que, posteriormente o mesmo atribui as entrevistas aos recenseadores acoplados nos tablets municípios e províncias, em função das distâncias que as separam.
Quanto a metodologia e estratégia para a implementação do questionário das explorações empresariais, o INE assegura que baseou-se nos dados do Ficheiro das Unidades Empresariais (FUE) e nas listas das empresas por província, municípios e comunas que posteriormente foram confirmadas no terreno por parte dos órgãos locais. PP