A construtora alemã Inzang Germany Gmbh Sucursal Angola vai investir três milhões e quinhentos mil dólares norte-americanos no sector da construção civil. O objectivo é prestar serviços no ramo de gestão e execução de projectos de infra-estruturas de obras públicas, prestação de serviços de consultoria, edificação de residências, escritórios, edifícios, pontes, linhas férreas, drenagens, estradas e manutenção de infra-estruturas.
De acordo com o Diário da República que o JE teve acesso, o contrato de investimento privado rubricado pela directora adjunta da Unidade Técnica de Apoio ao Investimento Privado (UTAIP) Nair da Costa, em representação do Ministério da Construção Civil e Obras Públicas e Júlio Gonçalves de Oliveira em representação da empresa alemã, terá como sede a província do Cuando Cubango.
Para as autoridades angolanas, o investimento é oportuno, pois numa altura em que o Governo angolano está empenhado em promover projectos de investimento que visam a prossecução de objectivos económicos e sociais de interesse público destinados à diversificação da economia, construção de infra-estruturas económicas e sociais e a melhoria da qualidade de vida das populações.
Por outro, o Estado pretende continuar com a nobre missão de atrair e estimular a realização de investimentos na República de Angola, especialmente naqueles sectores que podem jogar um papel preponderante para o desenvolvimento económico político e social do país, e garantir o bem estar da população tendo para o efeito a criação de instrumentos legais de protecção e apoio ao investimento privado em especial a Lei de Investimento Privado.

Realização do investimento
De acordo com o Diário da República, numa primeira fase a empresa vai disponibilizar 200 mil dólares norte-americanos, via transferência para importação de máquinas, equipamentos e outros meios necessários à actividade de construção civil e obras públicas.
Para operacionalizar o investimento as autoridades angolanas autorizaram a construtora a introduzir no mercado nacional, moeda livremente conversível, para a realização das diferentes operações comerciais, assim como a criação de novas empresas destinadas a dinamizar as actividades da construtora.

Emprego
Numa primeira fase o projecto vai criar 122 postos de trabalho directos, dos quais 105 para trabalhadores nacionais e 17 para expatriados.
Além de cumprir com as obrigações previstas no plano de formação da mão-de-obra nacional o investidor vai igualmente, promover a substituição gradual dos trabalhadores, assim como assegurar a formação contínua e outras obrigações contidas na Lei geral de trabalho.