A cobertura no acesso à internet pode ser acelerado com a implementação do projecto de partilha de torres de telecomunicações electrónicas, de acordo com o director-geral da empresa Antosc, Marcos Chaves.

Confirmou que a cobertura actual abrange apenas 47 por cento da população e agora com este projecto poder-se-á atingir níveis percentuais desejados e facilitar ainda a redução de custos das operadoras de telefonia móvel.

Justificou que Angola precisa de pelo menos 1.200 torres de partilha de sinal de rede móvel com capacidade para suportar quatro operadoras.

Cada antena está avaliada em 300 mil dólares e com uma capacidade de cobertura que pode atingir mais de 30 quilómetros de distância.

Marcos Chaves falava à margem da inauguração das primeiras quatro torres de partilha localizadas no troço Ndalatando/Maria Teresa, na província do Cuanza Norte, acto marcado com a presença do ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha.

Na ocasião, o ministro sublinhou que a missão é a de estender a rede que liga a província de Luanda ao Cuanza Norte a fim de servir os utiilizadores dos serviços virados às novas tecnologias de informação, incluindo o "rooming" interno.

Garantiu que os custos para a construção das infra-estruturas são suportados pelo Fundo de Desenvolvimento das Comunicações. Actualmente funcionam com sinal das antenas partilhadas, a Unitel, Movicel e Angola Telecom.