A ocasião serviu para o ministro inteirar-se do funcionamento do projecto que também emprega muitos ex-militares e que colocou em actividade o polo 3, um novo campo agrícola com mais 87 hectares irrigados para hortícolas, em que a segunda fase arrancou no final do ano passado.
Composto por estufas e campos de ensaio, o pólo 3 é considerado um projecto estratégico não só para a marca, como para a economia angolana, com a produção de frutas, legumes, ervas aromáticas e novas culturas como a batata-doce.
Sendo um player de referência na produção de hortícolas e frutas em Angola, a fazenda Girassol responde às necessidades do mercado e já permite actualmente ao nosso país a auto-suficiência de alface, couve e ervas aromáticas, contribuindo assim para a diversificação da economia e para a redução das importações.
Com um crescimento sustentado, a fazenda Girassol conta ainda com dois centros agrícolas: Kikuxi e Kifangondo, ambos em Luanda, contabilizando ao todo 800 empregos directos entre os três centros.
Dados publicados em Novembro do ano passado davam conta que a 9.500 hectares de solos aráveis para a produção de mandioca, milho, batata-doce, mamão e maracujá estavam em preparação para este ano.
A preparação destas terras visa diversificar os produtos cultivados na fazenda que dista 75 quilómetros da vila piscatória do Nzeto.
O projecto, uma iniciativa privada, é sustentado por um sistema de irrigação gota-gota, através de três tanques de água com a capacidade de armazenar um milhão e 800 mil litros cada. Os produtos são comercializados nas cidades de Mbanza Kongo e Luanda, disse hoje à Angop o responsável do projecto agrícola.