A falta de qualificador ocupacional e de inscrição no Sistema de Segurança Social destacam-se entre as 939 infracções laborais registadas durante o primeiro semestre do ano em curso, pelos serviços provinciais do Instituto Nacional de Segurança Social, observando um aumento de 253 casos em relação ao período igual de 2017.
Segundo o chefe de Departamento dos Serviços Provinciais do IGT, na Huíla, Venâncio Gualtério Joaquim, em declarações, quarta-feira, à imprensa, no Lubango, há o registo de 92 casos de admissão de empregados sem concurso, 60 por despedimento por razões objectivas, 40 por atraso de salários e 27 por falta de seguro.
Destacou igualmente o registo de 70 conflitos laborais, mais oito comparado ao igual período anterior, com destaque para despedimento ilícito de trabalhadores.
No período em referência, registaram-se também cinco acidentes de trabalho, sendo três leves e dois graves.
Actualmente, o sector tem controlado nove inspectores, número considerado “irrisório” para atender os 14 municípios que compõem a província da Huíla, sendo que para a cobertura são necessários mais nove funcionários nesta especialidade.