Pelo menos 1500 engenheiros de diversas especialidades são necessários para fazer face à procura do mercado de emprego em Angola, anunciou nesta terça-feira, em Luanda, o pró-reitor da Universidade Agostinho Neto (UAN), João Serôdio.

O pró-reitor prestou a informação a Angop, momentos após o encontro que manteve com responsáveis da Universidade Pública, de empresas petrolíferas nacionais e representantes de firmas holandesas do sector de Gás.

Segundo ele, a instituição que dirige obteve a referida cifra durante os contactos mantidos com todas as empresas do ramo que laboram em Angola.

Para o responsável, as necessidades do mercado poderão aumentar devido ao crescimento da economia, o que, segundo ele, implicará a criação de mais infra-estruturas do sector.

Informou também que existem quadros angolanos, formados no exterior, a rejeitar trabalhar fora de Luanda e outros com pretensão de ser admitidos já em cargos de direcção.