O ministro da Economia, Manuel Nunes Júnior, considerou no sábado, na cidade do Dundo, província da Lunda Norte, a paz alcançada no dia 4 de Abril de 2002, como um bem supremo que tem estado a mudar o país aos olhos de todos os angolanos.

O governante fez esta constatação quando discursava no acto político nacional, em representação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, em alusão ao sétimo aniversário da proclamação do Dia da Paz e Reconciliação Nacional que se assinalou no sábado.

Manuel Júnior afirmou que todos os angolanos contribuíram com sacrifício e sangue para que a paz fosse possível no país, destacando a firmeza, sabedoria, competência e o alto sentido patriótico do Presidente da República, José Eduardo dos Santos na condução do delicado processo de pacificação.

Frisou que com a paz, os angolanos estão cada vez mais reconciliados, a estabilidade política consolidada e a democracia reforçada, ao mesmo tempo que se fortalece a estabilidade macroeconómica e o poder de compra da moeda nacional, o Kwanza.

O também secretário do MPLA para a esfera Económica e Social frisou que o Governo está a criar infra-estruturas agrícolas em grande escala, como sejam os perímetros irrigados e a apostar seriamente no desenvolvimento rural integrado.

Enumerou uma série de empreendimentos escolares a todos os níveis de ensino e sanitários já edificados e em fase de conclusão em apenas sete anos de paz, observando que não são muitos os povos do mundo que terão feito tanto em tão pouco tempo.

“Em apenas sete anos foram construídas ou reabilitados milhares de quilómetros de estrada, promovendo a circulação pelo país de

pessoas e bens e o reforço da coesão nacional”, frisou o ministro da Economia.

O acto contou com suporte das prestigiadas bandas musicais Zimbo e Sassa Tchokwé, e do cantor Santos Católico, que deliraram as várias centenas de pessoas presentes no largo “Dr. António Agostinho Neto”.