O ministro do Comércio, Fiel Domingos Constantino, conferiu posse na última quarta-feira, em Luanda, aos novos directores nacionais, chefes de departamentos e representantes comerciais para os EUA, Portugal, Suíça e Itália, num acto que decorreu no salão nobre do órgão de tutela.

Estas nomeações ocorrem no âmbito da reestruturação do sector do comércio, em vigor desde Março de 2016 e para conformar com o novo estatuto orgânico aprovado pelo Decreto Presidencial número 26/17 de 21 de Fevereiro. O ministro do Comércio chamou a atenção aos novos responsáveis para a missão que lhes foi incumbida pelo Titular do Poder Executivo que superiormente dirige a reestruturação, desejando êxitos a todos para as novas funções que passam a exercer.
Fiel Constantino afirmou que a reestruturação do sector inclui a mudança do estatuto orgânico que tem agora apenas duas direcções executivas ao contrário do antigo que tinha cinco.
“O Ministério do Comércio está a cumprir uma agenda que é o programa de governação do Executivo e um dos pontos desta estratégia é a diversificação da economia e das exportações”, afirmou Fiel Constantino.
Assim, Estevão Chaves foi empossado ao cargo de director Nacional do Comércio e Serviços Mercantis e Lukonde Luansi para exercer o cargo de director Nacional do Comércio Externo, as duas únicas direcções executivas do Ministério do Comércio, de acordo com o novo estatuto.
O ministro salienta que, além das nomeações executivas, também foram nomeados alguns directores de gabinete do ministro para completar desta forma o processo de reestruturação.
Questionado sobre a desburocratização nos processos de importação e exportação, Fiel Constantino disse que o ministério está a tomar medidas no comércio internacional no quadro da facilitação do comércio.
“E isso inclui a desburocratização dos processos, por isso estamos a trabalhar no sentido de reduzir os custos de importação e exportação, nomeadamente, as taxas aeroportuárias, portuárias e transportes terrestres que os importadores encontram durante o processo”.
O ministro adiantou por outro lado que há um esforço muito grande que está a ser feito pelos operadores do comércio externo no domínio da exportação, mas o governo também tem dado o seu contributo nesse processo no sentido de reduzir as dificuldades.
“Se não fizermos isso, as nossas exportações não serão competitivas”, disse.