A feira enquadrada nas festividades comemorativas do 61º aniversário da cidade de Cabinda contou igualmente com a participação de mulheres empreendedoras associadas que se dedicam à comercialização de peças de pano, roupas, trajes africanos, pastas, calçados e chinelos.
De acordo com a secretária-geral da Assomeca, Isabel Gomes Alvarenga, a feira teve como objectivo a exposição de diferentes produtos e serviços que as mulheres empresárias de Cabinda desenvolvem no seu dia-a-dia. Por isso, referiu que o evento serviu também para ajudar as empreendedoras vender os seus produtos e serviços.
A líder empresarial feminina disse que a direcção da associação vai promover mais edições de feiras locais para chamar atenção da sociedade local e nacional das actividades comerciais desenvolvidas pelas empreendedoras da região mais a norte de Angola.
“Valeu apena por termos realizado este evento, porque, permitiu as pessoas conhecerem o que as mulheres empresárias de Cabinda produzem, comercializam e dos serviços que prestam à sociedade. Estamos a pensar em promover mais actividades comerciais para que as empreendedoras consigam vender os seus produtos e obterem mais receitas”, disse.
Por isso, sublinhou que a realização da feira de exposição de diferentes produtos mostra que as mulheres estão empenhadas a participar activamente no desenvolvimento sócio-económico da região, no quadro do programa de diversificação da economia nacional.
A gestora disse, por outro lado, que a crise mundial motivada pela baixa do preço do barril do petróleo no mercado mundial, está a afectar o negócio de muitas senhoras, “mas, com ajuda e incentivos de algumas entidades do governo da província, temos sabido contornar as dificuldades”, disse.
Segundo a nossa interlocutora, com o funcionamento em pleno do Porto em Águas Profundas do Caio, a baixa de tarifas alfandegárias, portuárias e aeroportuárias vai permitir que as mulheres empresárias consigam exportar e importar mais mercadorias para o crescimento da economia local.

Associação augura melhores dias

A secretárial -geral da Assomeca, Isabel Alvarenga disse que a falta de divisas no mercado nacional está afectar a actividade comercial das empresarias da região na compra de máquinas de confecções de roupas, mercadorias diversas, matérias-primas, sementes agrícolas e outros bens de consumo para o sucesso da actividade empresarial.
A par da carência de divisas, as mulheres empreendedoras, principalmente, as que exercem actividade agrícola, queixam-se da falta de meios de transporte para a evacuação dos produtos do campo para os mercados.
“Estamos a atravessar várias dificuldades para desenvolver os nossos negócios de forma salutar. A falta de divisas tem sido a principal “dor de cabeça”.
Por esta razão, muitos produtos se estragam e as empreendedoras não conseguem recuperar os valores aplicados na produção desses bens”, referiu.
Isabel Alvarenga, que também é empresária no ramo hoteleiro, disse que, para se ultrapassar as dificuldades que atravessam, a associação tem procurado soluções junto das autoridades competentes, principalmente o governo da província e os bancos comerciais no sentido de se encontrar soluções viáveis para a concessão de crédito.

Associação augura melhores dias

A secretárial -geral da Assomeca, Isabel Alvarenga disse que a falta de divisas no mercado nacional está afectar a actividade comercial das empresarias da região na compra de máquinas de confecções de roupas, mercadorias diversas, matérias-primas, sementes agrícolas e outros bens de consumo para o sucesso
da actividade empresarial.
A par da carência de divisas, as mulheres empreendedoras, principalmente, as que exercem actividade agrícola, queixam-se da falta de meios de transporte para a evacuação dos produtos do campo para os mercados.
“Estamos a atravessar várias dificuldades para desenvolver os nossos negócios de forma salutar. A falta de divisas tem sido a principal “dor de cabeça”.
Por esta razão, muitos produtos se estragam e as empreendedoras não conseguem recuperar os valores aplicados na produção desses bens”, referiu.
Isabel Alvarenga, que também é empresária no ramo hoteleiro, disse que, para se ultrapassar as dificuldades que atravessam, a associação tem procurado soluções junto das autoridades competentes, principalmente o governo da província e os bancos comerciais no sentido de se encontrar soluções viáveis para a concessão de crédito.