Os contratos de comercialização foram entregues pelo Ministério de Geologia e Minas.
Na ocasião, o titular da pasta, Francisco Queiroz, disse que o surgimento de empresas com contratos de comercialização de ouro permite a organização estratégica da produção artesanal, enquanto componente específica da cadeia de valores da exploração de ouro no país.
A comercialização organizada do ouro de produção artesanal contribui também para o combate à posse ilícita de ouro e à sua exportação ilegal para outros mercados, sem benefícios para o país.
Já o presidente do Conselho de Administração da Agência do Ouro, Moisés David, informou que desde a criação da agência em 2014 foram recebidos cerca de 40 pedidos de licenciamento.
Tendo em conta os critérios rigorosos exigidos, disse, deste número, apenas 10
empresas foram apuradas.