Depois da abertura da rota internacional Luanda-Windhoeck a companhia de autocarros Macom pretende agora atingir a República Democrática do Congo, com o propósito rentabilizar o negócio e facilitar a circulação de pessoas e bens entre os dois países.

Segundo o porta-voz Mauro Cassule, para concretizar o programa a empresa aumentou oito novos auto-carros.
A medida visa cobrir o défice, e substituir os meios desgastados com o uso durante muitos anos.
Nas deslocações para o Congo, os passageiros partirão de Luanda, e passarão pela zona fronteiriça do Luvu, para posteriormente atingir Kinshasa capital do Congo Democrático.
Para a fonte, a transportadora está determinada em satisfazer o interesse de mais de seis mil passageiros, que são movimentados diariamente com os autocarros da companhia para diversos pontos do país.
“Este ano recebemos novas séries de autocarros porque estamos preocupados com a acomodação dos nossos clientes, qualidade, conforto e segurança”. disse.
Porém, os passageiros solicitam a revisão dos preços, que consideram alto para a demanda.
Por exemplo, para viajar para o Huambo o passageiro paga quase 8 mil e 500 kwanzas.
Joaquina Francisco passageira com destino ao Huambo, considera que o preço é muito alto, por isso solicita a sua redução.
“Gasta-se muito dinheiro para viajar o preço é muito alto. É preciso que seja revista a tabela”.
Uma posição defendida por Carlos Canjo em viagem para a província da Huíla. “Sabemos que gastam muito mas devem velar por nós”, disse.