As empresas angolanas devem criar as condições necessárias para que a produção nacional possa ser exportada em condições vantajosas e capazes de conquistar novos mercados.
Durante o encontro “Angola, Produtora & Exportadora” realizado ontem, numa das unidades hoteleiras da capital Luanda, foi analisada as razões de determinados países, como é o caso da China, apresentarem certa hegemonia no comércio de exportação mundial e em como Angola e Portugal podem definir caminhos para que o “Feito em Angola” possa chegar a outros pontos do globo.
Na ocasião, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal - Angola, João Luís Traça, disse que o seu país pode ser detertminante para que as exportações angolanas cheguem mais longe.
Contudo, João Luís Traça defende ser fundamental que se melhore determinados procedimentos e sejam eliminadas algumas barreiras, para que a qualidade dos produtos, após certificada, possa ser capaz de competir em igualdade com os mesmos de outras origens.
Já a Agência para Promoção do Investimento e das Exportações (APIEX) apresentou no encontro em como têm procurado viabilizar a implantação dos negócios capazes de gerar vantagens competitivas, através de um quadro legal que incentive a valorização do investimento seja por via de nacionais ou parceiros externos.
No “Angola, Produtora & Exportadora”, os bancos Internacional de Crédito (BIC) e de Fomento Angola (BFA), além da Empresa Nacional de Seguros (ENSA) manifestaram-se sobre as condições de financiamento e da partilha dos riscos em que podem se beneficiar aqueles que decidem investir em Angola.
Estiveram também presentes no evento de Luanda, a Associação Industrial de Angola (AIA), A Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA) e a Utip.