empresário angolano António Segunda Amões considerou o Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) como um projecto governativo corajoso e catalisador de desenvolvimento dos municípios, que contribuirá para a melhoria dos índices da qualidade de vida das populações do país.
Os resultados do PIIM, alertam os empresários, terão reflexos junto às comunidades se houver “sentido patriótico, honestidade e parcimónia” por parte das entidades envolvidas na sua aplicação, começando pelos administradores, que devem actuar com isenção em todo processo, e das empresas, respeitando os prazos de execução e aplicação material durável nas obras.
O país, realçou, está a atravessar um período difícil pelo que os programas e esforços traçados pelo governo devem ser “acompanhados, pela classe empresarial, com sentido de Estado”, em que a situação da população deverá ser colocada em primeiro lugar, porque, disse, “se as pessoas não tiverem condições sociais, é evidente que as empresas terão também dificuldades para gerar empregos e lucros”.
António Segunda Amões afirmou que o PIIM, projecto laçando pelo Presidente da República, João Lourenço, também é uma oportunidade que as empresas têm para relançar as actividades e fortalecer uma relação como as comunidades, que, depois, “podem, a título particular, solicitar os serviços dessas empresas, pela organização e compromisso demonstrado nas obras que executarem”, disse.
A realização, no Huambo, do fórum dos municípios e cidades do país, organizado pela ministério da Administração do Território e Reforma do Estado, pode representar, uma excelente ocasião para os 164 administradores municipais visitarem a aldeia Camela Amões para, assegurou, constarem algumas valências e soluções adoptadas no projecto.