Um Plano Estratégico de Acção gizado pelo actual Conselho de Admnistração da Zona Económica Especial Luanda-Bengo pode tornar o projecto mais atractivo ao investimento.
Em entrevista ao JE, o PCA da ZEE, António Henriques da Silva, defende que as reformas em curso no país dão garantias de que o empreendimento pode torna-se sustentável.
Considera igualmente que os benefícios fiscais podem ser uma mais-valia para investidores nacionais e internacionais.
Entende que o sucesso do pólo industrial dependerá também da eliminação da burocracia e outras interferências negativas.
“Queremos que as empresas instaladas na Zona Económica concorram de forma leal com outras que estão fora dela”, afirmou.

Portal de informação
O gestor revelou ainda que entre outras inovações a ZEE contará em breve com um portal de informação de todas as actividades inseridas nela.
António Henriques da Silva explicou que a plataforma será interactiva e dinâmica aonde se poderão encontrar todos os produtos e novidades disponiblizados pela Zona Económica.
Entre 2011 e 2014, foram investidos pela Sonangol, que é a gestora do projecto mais de 472 milhões de dólares para a infra-estruturação.
O JE soube que os custos relativos ao funcionamento estão acima dos 385 milhões de dólares a que se adicionaram 8 milhões 165 mil dólares.
Actualmente funcionam 22 unidades industriais, que absorvem cerca de mil 366 trabalhadores directos.