O presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Agro-Pecuária da província de Benguela, Carlos Vasconcelos, considerou, nesta quinta-feira, que a participação do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, na cimeira do G-8, na cidade de L’Aquila (Itália), impulsionará o desenvolvimento socioeconómico do país, através do fortalecimento da cooperação económica com as potências mundiais.

Em declarações à Angop, Carlos Vasconcelos disse que a classe empresarial de Benguela está regozijada com tal facto e por isso aguarda com bastante interesse e expectativa pelos resultados da cimeira, que reúne os países mais ricos e industrializados do mundo, como Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Japão e Rússia.

Fez saber que a presença de Angola nesta cimeira é de extrema importância, pois, significa o reconhecimento, não só do seu potencial diversificado como também da boa condução das políticas macroeconómicas, visando a estabilidade económica e o desenvolvimento do país.

Declarando-se optimista de que Angola colherá inúmeras vantagens na reunião, o responsável opinou ainda que a participação do Presidente José Eduardo dos Santos também demonstra que o país está no bom caminho e a crescer a ritmo satisfatório do ponto de vista económico.

Neste momento, frisou o interlocutor da Angop, Angola é um país que tem merecido prestígio, admiração e respeito junto da comunidade internacional em virtude da sábia liderança conduzida pelo Presidente dos Santos.

Disse acreditar que depois da Cimeira, Angola será encarada de uma forma mais diferenciada, na medida em que os países que, inclusivamente, se mostravam cépticos ante a capacidade dos angolanos de reconstruir o país vão passar a respeitá-los, o que será um privilégio para o desenvolvimento sustentado.

Por outro lado, realçou que uma das bases da participação, pela primeira vez, de Angola numa reunião da cimeira do G-8 "prende-se com a transformação do país num verdadeiro canteiro de obras de que hoje os angolanos se orgulham, por contribuir no alcance dos objectivos tendentes ao bem-estar das populações".

Os Chefes de Estado e de Governo dos países que integram o G-8 vão debater, até sexta-feira, nesta 35ª cimeira, além crise económica mundial, o aquecimento global, a luta contra a pobreza, e a situação no Irão, cujas actividades nucleares preocupam a comunidade internacional.

Além de Angola, também participam outros quatro estados africanos, como África do Sul, Egipto, Senegal e Ghana.