Um acordo de cooperação, que visa promover e fomentar a produção interna, dinamizar e internacionalizar as empresas angolanas foi assinado terça-feira, em Luanda, pela Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) e pela Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA).
As duas instituições concordam em trabalhar juntas na internacionalização dos bens locais, porque acreditam que o desenvolvimento da economia do país passa por um sector empresarial forte e dinâmico, onde as empresas podem vender produtos e serviços em outros mercados.
O acordo, assinado pelos presidentes da AIPEX, Licínio Vaz e CEEIA, Agostinho Kapaia, deve estabelecer um intercâmbio de ideias, informações, divulgação e internacionalização das empresas nacionais e identificar feiras de negócio, para a forte presença de missões empresariais em eventos nacionais e internacionais.
Licínio Vaz Contreiras informou que a AIPEX pretende dar suporte institucional e apoio às empresas filiadas na CEEIA que pretendam fazer parte da primeira Feira Comercial Intra-Africana, a realizar-se, em Dezembro deste ano, no Cairo, Egipto.
O responsável da AIPEX afirmou que a instituição que representa dará apoio às empresas exportadoras do sector não petrolífero com programas específicos voltados ao fomento das exportações da produção nacional, para que estas possam contribuir para a arrecadação de divisas, criação de emprego e fomento do empresariado angolano.

Feira do Egipto
A Feira Comercial Intra-Africana, que decorre entre os dias 11 e 17, deve reunir os participantes continentais e globais para mostrarem e exporem os seus produtos e serviços, além de explorarem as oportunidades de negócios e investimento em África.
À feira devem expor mais de mil vendedores e espera-se que 70 mil visitantes, entre compradores e vendedores, venham a concorrer no Mercado Livre Africano.
O Afrexinbank e a União Africana estão disponíveis em apoiar os países africanos no financiamento de programas específicos para a formalização dos respectivos mercados informais.
Na ocasião, o embaixador do Egipto em Angola, Khaled Hassan, disse que as empresas angolanas têm uma oportunidade única de mostrar na feira toda a informação do mercado nacional, para que, daí, possam firmar acordos de parceria e captar investimentos. “Os empresários egípcios estão expectantes com a feira e, acredito, os africanos vão aumentar o mercado de oportunidades comerciais, que esta é a direcção certa”.
O embaixador acrescentou que a criação de uma plataforma comercial africana visa melhorar as transacções comerciais entre

Grupo DGM quer mercado continental

O grupo angolano DGM lançou a sua estratégia de internacionalização, para alargar a presença em outros países do continente africano, através da DGM Sistemas, que vai actuar em conjunto com a MTDHOUSE e UNISYS.
Há dias, a DGM Sistemas qualificou-se para a fase final de um concurso internacional promovido pela República do Togo para a implementação do sistema de identificação nacional biométrico, um projecto estruturante para o país. O concurso visa criar uma base de dados única de toda a população e residentes na República do Togo. Após uma fase de pré-qualificação, na qual se apresentaram 25 empresas, a DGM Sistemas, Unisys e Mtdhouse encontram-se agora na fase final do concurso, juntamente com outras seis empresas concorrentes.
“A participação neste concurso está em linha com o plano estratégico de gestão do grupo DGM para o triénio 2018/2020, que define como prioridade o alargamento das operações nas áreas de identificação civil, segurança social e de saúde a outros países africanos, como os da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e da África francófona, região compreendida por países como Benim, Burquina Faso, Costa do Marfim, República da Guiné (Conacri), Mali, Níger, Senegal e Togo.
Formado pelas empresas DGM Sistemas, Angola Prev e Advance, o grupo DGM actua, há 15 anos, na implementação de projectos e programas nas áreas tecnológica, de gestão, integração e desenvolvimento de soluções .0