João Bastos

Livre de produtos químicos e de doenças várias, a carne de produção nacional é mesmo boa e recomendada por nutricionistas, sendo que ela só não inunda o mercado em virtude de ainda ter pouca oferta em relação à alta procura.

Hoje, aumenta o número de consumidores que se dirigem aos supermercados ou talhos à procura de carne, sobretudo originária das provinciais tradicionalmente ganadeiras, como a Huíla ou o Kwanza-Norte, o que, por si só, representa um passo mais na direcção de substituição gradual das importações e a consequente poupança de divisas.

Ainda assim, dada a pouca oferta do mercado nacional, o grosso da carne consumida no país vem do estrangeiro, num lucrativo negócio que movimenta milhões e multidões.

Tal como o produto nacional, a carne importada também chega ao país com a qualidade laboratorialmente exigida e em condições para o consumo humano. A causa da deterioração da carne tem a ver, na maior parte das vezes, com as más condições de conservação e higiene, sobretudo quando se trata dos produtos comercializados em mercados ao ar livre, nos bairros, ou mesmo em alguns espaços a isso vocacionados nos diversos municípios.

Leia mais sobre a a produção de carne em Angola no Jornal de Economia & Finanças desta semana, que já está nas ruas.