O director Executivo da Câmara de Comércio Angola /Reino Unido, Bráulio de Brito, anunciou que o governo britânico tem disponível 700 milhões de Euros para apoiar os empresários locais.
O empresário explicou que este montante faz parte de um fundo que o Reino Unido disponibliza para os países em vias de desenvolvimento.
Esclareceu que o acesso a este financimanto passa por um processo rigoroso. “Existe já uma empresa angolana que conseguiu cumprir com todos os requisitos e deverá ser contemplada financeiramente nos próximos tempos”, disse.
Bráulio de Brito lembrou que existem grandes empresas britânicas que actuam no mercado angolano com destaque para o sector dos petróleos e outras na agricultura e serviços.
Referiu ainda que a missão da câmara é contribuir para o aumento das relações económicas entre os dois países.
“Por isso, temos desenvolvido vários encontros de negócio que visam promover as oportunidades existentes
entre os dois mercados”.
O responsável falava esta semana em Luanda durante uma troca de ideias entre empresários angolanos e britânicos.

Crescimento
Nesta perspectiva, o economista Precioso Domingos precisou que um dos grandes objectivos da economia angolana é o aumento da produtividade principalmente fora do sector dos petróleos.
O especialista defende que uma economia está em pleno “estado de saúde” quando cresce a nível do seu ritmo potencial.
Uma economia considera-se saudável quando regista crescimento em termos reais do seu Produto Interno Bruto (PIB).
“Quando existe crescimento económico, o Governo, empresas e as famílias sem muito esforço conseguem ter uma excelente afirmação”, disse.
Explicou que pelo facto de Angola não ser uma economia de fronteira está apta a registar níveis de crescimento com o foco no investimento directo estrangeiro.