O Índice de Horas Trabalhadas teve uma variação negativa de 3,1 por cento  no 4º trimestre de 2017, numa variação
homóloga de -1,3.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o sector de produção e distribuição de electricidade, gás e vapor é o que maior variação registou com 136 horas trabalhadas, seguido pelo sector de fabricação de têxteis, vestuário e calçados com 109,7, sendo considerado o ano de base 2010.
Dadosdo INErevelam que, os índices estão especificados por ramos de actividade industrial de acordo com a classificação das actividades económicas e por grandes agrupamentos de acordo com o tipo de bens produzidos (bens intermédios, bens
de consumo e bens de energia).
O INE adianta ainda que, a publicação é o resultado provisório do Inquérito à produção industrial realizado pela instituição, com regularidade trimestral aos 519 estabelecimentos seleccionados, a nível nacional, com destaque para as províncias de Luanda, Bengo, Cabinda, Benguela, Huíla, Cuanza Sul, Lunda Norte, Malanje, Uíge,
Zaire, Huambo, Namibe e Bié.
A província de Luanda é a que mais estabelecimentos tem na amostra com 260, representando cerca
de 50 por cento do total.
Dos 519 estabelecimentos inquiridos, durante o período em análise, responderam 426, o que corresponde a uma taxa de resposta de 82 por cento.
O objectivo do inquérito, que suporta a produção dos índices em análise, dados do INE, são conhecer a estrutura, o crescimento e a produtividade do Sector Industrial em Angola, bem como produzir informação estatística de base para as contas nacionais
e outros utilizadores.
O instituto salienta ainda que, uma parte significativa dos dados disponíveis não é publicada, mas o INE poderá disponibilizá-los mediante a formulação
de um pedido específico.
Por isso, aproveita a oportunidade para expressar os seus agradecimentos a todas as entidades que, em tempo oportuno, concederam o apoio necessário à realização desta operação estatística, bem como às unidades empresariais que responderam ao questionário contribuindo deste modo para o aumento da produção estatística oficial do nosso país.

Guiné-Bissau recebe empresários da CPLP

A Guiné-Bissau vai receber de 6 a 13 de Abril próximo mais uma missão empresarial no âmbito do Projecto de Internacionalização Agro-negócio CPLP 2017/2018.
A organização desta acção, por parte da Câmara Agrícola da Lusofonia (CAL), pretende reforçar as relações comerciais entre Portugal e a Guiné-Bissau, promovendo-se a internacionalização das empresas portuguesas do agro-negócio.
A comitiva empresarial participante beneficiará da network única que a CAL dispõe no espaço lusófono.
A CAL, é uma associação empresarial sem fins lucrativos que promove a divulgação do agro-negócio em território nacional e internacional com particular ênfase nos países de língua portuguesa, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
É uma plataforma que permite às organizações e às empresas estabelecerem parcerias para promover a internacionalização, a inovação e o empreendedorismo.
Nos últimos anos, a Guiné-Bissau tem dado importantes passos para a atraccão de investimento estrangeiro.
Para as empresas que queiram exportar os seus produtos, a Guiné-Bissau é um mercado com muito por explorar, apesar da sua reduzida área.
A predominância da agricultura familiar e os focos no cajú e no arroz, fazem com que a Guiné-Bissau necessite de importar todo o género de alimentos.