Segurança Social, na Lunda Norte, controlam 89 empresas fechadas sem prestar qualquer comunicação ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), informou na segunda-feira, no Dundo, a responsável da instituição,
Judithe Joana Maria Muvundo.
As empresas interromperam as suas actividades sem dar a conhecer ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) que desconhece os principais motivos de encerramento, disse a responsável.
Por esta razão, sublinhou, deixaram de pagar as contribuições de segurança social dos trabalhadores
no fundo do sistema do INSS.
Sem indicar o período de falta de pagamento das contribuições para a reforma, explicou que as equipas de inspecção verificaram no terreno que as referidas empresas também não declararam falência para serem desactivadas do sistema de segurança social.
Sublinhou que o INSS está a levar a cabo um plano proactivo de registo e catalogação de empresas que se encontram nas mesmas condições e depois dos procedimentos legais vai retirá-las do sistema.
Os que incorrerem na ilegalidade irão enfrentar sanções, porque os casos serão encaminhados ao Ministério Público e a Administração Geral Tributária, disse.
O Instituto Nacional de Segurança Social controla 22 mil 281 segurados, sendo 219 trabalhadores inactivos e seis mil 620 pensionistas. Deste número 6 mil 567 recebem pensão por velhice, morte ou sobrevivência.
Em 2016, os serviços do INSS registaram 10 processos de beneficiários de subsídios de aleitamento e 41 para o pagamento de subsídio de morte.

Pensionistas
Num outro cenário, os pensionistas controlados pela direcção provincial dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria no Lubango, província da Huila, foram aconselhados esta semana a estruturar melhor os seus projectos sociais de modo a garantirem maior sustentabilidade.
Os projectos apresentados devem estar bem estruturados para poderem ser financiados, disse à Angop, o director provincial, Benjamim Kapata, no término das actividades que marcaram as comemorações do dia do “Antigo Combatente e Veterano da Pátria”, assinalado no domingo.
Há financiamentos para os projectos deste grupo, sublinhou o responsável.
Entretanto, referiu que este grupo da sociedade deve criar pequenas iniciativas empreendedoras e estar vinculada em associações e cooperativas para criar emprego e mitigar a fome.