As pequenas empresas ‘Startup’ serão estimuladas a surgir no mercado nacional e com elas abrir uma oportunidade aos jovens que queiram entrar no mercado das TIC.
“Tudo isso só será possível se for desenvolvido também um amplo programa de formação de quadros, engenheiros, programadores e técnicos de software”, disse o Presidente da República.
Para João Lourenço, é necessário que os jovens angolanos tenham a ambição de criar e desenvolver aplicativos para concorrer com os de outras paragens que vendem para os grandes fabricantes de computadores, tablets e telemóveis.
Segundo disse, as Tecnologias de Informação e Comunicação abriram novas janelas de oportunidades nos países do continente, para estes acelerarem o seu crescimento e desenvolvimento económico.


Redes digitais nos negócios

O Executivo angolano quer usar as TIC para garantir a inclusão económica, assim como o surgimento da economia digital e do governo electrónico, como mecanismos de melhoria do ambiente de negócios e da maior eficiência dos quadros, dos técnicos, dos gestores e das empresas.
De acordo com o Presidente da República, outro complemento nesse sentido tem a ver com a reforma do Estado, a boa governação, a modernização e desburocratização do serviço público. Estas premissas fazem parte da estratégia do Governo para com as telecomunicações e as tecnologias de informação e comunicação.
“A nossa política de telecomunicações visa, essencialmente, a criação das bases para uma nova estrutura de mercado, por forma a explorar as potencialidades das TIC nas suas várias dimensões, económica, social, cultural e ambiental”, disse.