Os participante ao I Conselho Consultivo Alargado do Ministério do Ambiente defenderam na terça-feira, em Luanda, a necessidade da realização de um fórum nacional sobre gestão das florestas, para resolver as questões ligadas às queimadas, a fauna selvagem, bem como o conflito homem-animal.
O interesse consta do comunicado final do referido evento que decorreu de 3 a 4 deste mês, sob o lema “A integração ambiental e desenvolvimento sustentável na
municipalização”.
De igual modo, o conselho defendeu também a realização do Fórum Nacional sobre Desenvolvimento Sustentável, para o alinhamento das directrizes sectoriais e medidas concretas para os principais problemas ambientais, como a seca, desertificação entre outros, no quadro dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
A criação de mecanismos de rentabilidade dos parques nacionais, no âmbito da política do Executivo para promoção da actividade de desenvolvimento do eco-turismo, como fontes de arrecadação de receitas foi outro ponto saído deste encontro que foi orientado pela titular da pasta, Paula Francisco.
Os participantes querem ainda que seja reformulada a legislação ambiental, sobretudo em matéria de estudo de impacte e avaliação ambiental, assim como do licenciamento, para que responda aos novos desafios que o país enfrenta em todas as suas vertentes.
Ainda neste capítulo, para o aumento de licenças ambientais a emitir, os quadros biental, através da categorização dos projectos tendo em conta a sua complexidade.
Para o financiamento dos projectos ligados às alterações climáticas, o conselho diz ser ecessário o reforço dos mecanismos de angariação de fundos internacionais, para que se alcance as metas preconizadas.
Na ocasião, a ministra do Ambiente, Paula Francisco, referiu ser necessário o reforço da agenda da União Africana 20/63 numa perspectiva a longo prazo.
Os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), assumidos por Angola, enquanto membro das Nações Unidas, foi outro assunto.